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Mastectomia total ou parcial: quando cada procedimento é indicado

Mastectomia total ou parcial: quando cada procedimento é indicado

A mastectomia é um dos tratamentos existentes para o câncer de mama e, basicamente, consiste na retirada da mama por meio de procedimento cirúrgico. Há diversas variações dessa remoção cirúrgica e, em geral, a maior dúvida das pacientes está relacionada justamente a qual tipo de cirurgia é o mais indicado para o seu caso: mastectomia total ou parcial?

O câncer de mama é o tipo de câncer mais sofrido por mulheres de todo o mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), há 1,38 milhões de casos novos e 458 mil óbitos causados pela doença anualmente.

Já no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, houve cerca de 52 mil casos novos em um ano e estima-se um risco de 52 novos casos a cada 100 mil mulheres.

Mastectomia total

Na mastectomia total as glândulas mamárias são completamente retiradas, além do mamilo, aréola e pele. Ela tende  ser mais recomendada em quadros de tumores malignos pequenos, bem localizados — sem chances de terem se espalhado por outras regiões ao entorno — e descobertos antecipadamente. 

Além disso, também há como remover ou não os gânglios das axilas, com o objetivo de reduzir os riscos do tumor se espalhar ou voltar. 

Abaixo, veja outras indicações para mastectomia total:

  • Inviabilidade de preservar a glândula mamária devido a existência de tumores multicêntricos — diversos tumores localizados na mesma mama;
  • Tumores grandes (maiores que 5 cm de diâmetro;
  • Ressurgimento do tumor na mesma mama;
  • Quando a radioterapia e a cirurgia conservadora (mastectomia parcial) não são recomendadas;
  • Tumores que possuem extensas calcificações;
  • Tumores inflamatórios que acometem a pele e envolvem os vasos linfáticos.

Mastectomia parcial

Também conhecida como setorectomia ou quadrantectomia, na mastectomia são retirados nódulos ou tumores benignos, junto a uma pequena parte do tecido ao redor, não sendo necessária a remoção total da mama.

Ademais, no decorrer da cirurgia, gânglios próximos da mama podem ser removidos ou não, a fim de evitar as chances do nódulo voltar. 

Mastectomia total ou parcial: resultados

Os resultados da mastectomia, em termos de cura e de controle do câncer de mama, são os mesmos, independente da modalidade de cirurgia (contanto que após a quadrantectomia as sessões de radioterapia sejam realizadas). 

O que determina, na verdade, todas as questões acerca da realização da cirurgia é justamente obter a indicação correta, que é dada com base nos tamanhos da mama e do câncer.

Mastectomia preventiva

Dentre os demais tipos de mastectomia existentes está a preventiva, que consiste na remoção do interior da mama — ou seja, da glândula mamária junto aos ductos mamários —, que é onde o tumor pode se formar.

Após o interior da mama ser removido, as chances de se ter câncer caem em até 90%. Os 10% de risco persistem devido ao fato de uma pequena parte do tecido mamário é preservada para a nutrição do mamilo, aréola e pele.

No entanto, essa modalidade de cirurgia é recomendada apenas para mulheres que possuem alto risco de desenvolver o câncer de mama — determinado através do histórico familiar — e já tenham amamentado caso pretendam, pois depois não será possível.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!

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7 mitos sobre o câncer de pele melanoma

7 mitos sobre o câncer de pele melanoma

O câncer de pele melanoma tem sua origem nas células produtoras de melanina responsáveis pela pigmentação da pele (melanócitos). Por essa razão, os tumores costumam ser de cor preta ou marrom, entretanto, alguns melanomas não possuem pigmentos e podem se apresentar nas cores bege, branco ou rosa.

O melanoma pode surgir e se desenvolver na pele de qualquer parte do corpo, mas tende a aparecer em locais como o pescoço, rosto, pernas (frequência maior em mulheres) e tronco (mais frequente nos homens).

Em locais como planta dos pés e palmas das mãos, a doença é responsável por uma quantidade bem maior de casos em pessoas de cor negra do que em pessoas de cor branca.

Além disso, melanomas também podem surgir em outras partes do corpo, como região anal, órgãos genitais, boca e olhos, porém com uma frequência bem inferior se comparado ao melanoma da pele.

Mitos acerca do câncer de pele melanoma

Em algum momento todos podem querer se bronzear, porém é preciso tomar as devidas precauções, uma vez que o Brasil é um dos países com maior incidência de câncer de pele no mundo — cerca de quase 200 mil casos são registrados anualmente segundo o Instituto Nacional do Câncer.

No entanto, nem tudo que é dito sobre a doença é, de fato, verídico. A seguir, veja 7 mitos sobre o câncer de pele do tipo melanoma.

1- O câncer de pele não é uma doença perigosa

Há dois tipos de câncer de pele: o não-melanoma e o melanoma. O melanoma não é o mais comum, entretanto, há grandes chances de gerar metástases (quando a doença se espalha para outras partes do corpo) e, por esse motivo; pode levar ao óbito.

No entanto, a cura de ambos é possível desde que a doença seja diagnosticada e tratada precocemente.

2- Exposição em excesso ao sol é a única causa

É fato que a grande parte dos casos desse tipo de câncer têm como causa a radiação solar, porém existem outros motivos que podem favorecer o desenvolvimento da doença. Alguns deles, são:

  • Cabelos, pele e olhos claros;
  • Sardas;
  • Verrugas;
  • Histórico na família (principalmente parentes de primeiro grau que tenham adquirido a enfermidade).

3- Em dias nublados não há necessidade de usar filtro solar

Mesmo nos dias nublados a radiação tem o poder de atravessar as nuvens. Por esse motivo, é necessário, sim, usar o filtro solar também nesses dias para proteger a pele.

4- Pessoas negras não precisam usar filtro solar

Apesar de pessoas com a pele clara terem um risco maior de contrair a doença, todas as pessoas (independentemente da cor da pele), podem desenvolver o melanoma, então todos devem usar o filtro solar.

5- Depilação a laser pode facilitar o surgimento de câncer de pele

A fonte de luz do laser é distinta das lâmpadas de bronzeamento artificial e não causam e nem facilitam o câncer de pele.

6- Câncer não-melanoma pode evoluir para melanoma

São lesões diferentes, porém quando a pessoa tem um câncer de pele do tipo não-melanoma é uma indicação de que ficou exposta ao sol em excesso. Dessa forma, também poderá desenvolver o melanoma. Por essa razão, é preciso estar sempre alerta e não se expor de maneira excessiva a radiação solar.

7- Toda pinta escura é câncer de pele

Nem sempre. A pinta precisa ser examinada pelo médico dermatologista e, se após a avaliação ele detectar que essa pinta se de um câncer de pele melanoma, a cirurgia deverá ser indicada, além de radioterapia e quimioterapia, a depender de cada situação.

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Carcinoma de células escamosas: conheça os fatores de risco

Carcinoma de células escamosas: conheça os fatores de risco

O carcinoma de células escamosas é um tipo de câncer que surge nas células escamosas da pele. Estas células são as principais que compõem a epiderme (camada externa da pele).

Considerado o segundo câncer de pele mais comum — chegando a cerca de 450 mil casos por ano —, esse tumor pode atingir qualquer parte do corpo, incluindo a boca e a região genital. Porém os casos mais frequentes ocorrem em locais que costumam ficar mais expostas ao sol, como: rosto, pescoço, braços e pernas.

Causas

A principal causa do carcinoma de células escamosas é a exposição da pele a raios solares, porém existem outros fatores que podem provocá-lo. Dentre eles, estão:

  • Fazer uso recorrente de câmeras de bronzeamento;
  • Feridas na pele;
  • Infecções crônicas.

O surgimento dessa doença também pode decorrer devido à queimaduras, cicatrizes ou úlceras. Além disso, portadores de HIV ou que pessoas fazem uso de  determinados medicamentos que tornam o sistema imunológico mais fraco possuem uma maior chance de desenvolver esse câncer de pele.

Fatores de risco

O carcinoma de células escamosas normalmente atinge pessoas acima de 70 anos de idade e é 2 vezes mais frequente em homens do que em mulheres.

Além disso, existem alguns aspectos — sejam eles físicos, biológicos ou ambientais — que aumentam o risco de desenvolver essa doença. Os principais deles, são:

  • Pessoas com tom de pele ou cabelos claros;
  • Indivíduos que costumam ficar horas exposto ao sol diariamente;
  • Pessoas que possuem condição hereditária que tornam a pele fragilizada aos raios UV.

Ainda que mulheres e pessoas de pele mais escura tenham menor possibilidade de desenvolver esse câncer de pele, é fundamental que adotem o costume de se proteger do sol.

Sinais e sintomas

O carcinoma de células escamosas é reconhecido por possuir uma aparência espessa e descamativa que podem apresentar sinais e sintomas diferentes dependendo da localidade do câncer. Os mais comuns, são:

  • Nódulo rígido e avermelhado;
  • Ferida com aparência escamosa;
  • Dor em uma cicatriz ou úlcera antiga;
  • Mancha áspera e escamosa nos lábios;
  • Surgimento de feridas similares a verruga nos genitais.

Tratamento

O tratamento para esse tipo de câncer de pele varia bastante, pois tem que ser levado em consideração a localidade e a extensão do tumor, além da a idade e das condições gerais de saúde do paciente.

O profissional da saúde pode realizar o tratamento mediante raspagem e cauterização com uma agulha elétrica, porém esse tratamento não é indicado para carcinomas mais agressivos e nem quando o câncer está localizado em regiões mais sensíveis, como: genitais, pálpebras e lábios.

Em situações que o carcinoma se disseminou para apenas uma ou poucas partes do corpo o tratamento é feito a base de radioterapia.

Dependendo do caso, o médico também pode optar por realizar o tratamento através de cirurgia, podendo ser:

Cirurgia de Mohs

Essa técnica consiste na remoção dos tumores que estão visíveis.

Criocirurgia

Aqui o tumor é destruído por meio de congelamento a base de nitrogênio líquido.

Cirurgia a laser

A remoção do carcinoma de células escamosas é feita através de um laser, que tira toda a camada externa da pele e algumas partes mais profundas, não há sangramento.

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Câncer de Pele Basocelular: como é feito o diagnóstico

Câncer de Pele Basocelular: como é feito o diagnóstico



O câncer de pele basocelular é o tipo de câncer de pele mais comum (representa cerca de 70% a 80% dos casos diagnosticados), porém é o menos agressivo. Esse câncer composto por células basais, que começam a se propagar de forma desordenada, provocando o tumor.

Um ponto positivo é que, por ter um desenvolvimento lento, quando tratado, dificilmente se alastra para outras partes do corpo.

Além disso, a doença normalmente evolui em áreas expostas ao sol, principalmente nas regiões do pescoço, rosto e da cabeça. O nariz é a área afetada com mais frequência, mas também pode ocorrer na extremidade interna do olho, na orelha e em outras partes do rosto.

Estatisticamente falando, a doença afeta mais os homens do que as mulheres e não é comum em crianças e negros.

Como é feito o diagnóstico?

O câncer de pele basocelular deve ser diagnosticado pelo médico dermatologista por meio de um exame clínico. Porém, em alguns casos, pode ser necessário que o médico solicite exames laboratoriais complementares. São eles:

Dermatoscopia

A dermatoscopia é um tipo de exame complementar extremamente importante para diagnosticar a doença.

Durante a dermatoscopia manual, é realizada a análise das manchas que o médico considera relevantes, a fim de determinar o perigo que cada uma dessas lesões representa no momento.

Já na dermatoscopia digital, o dermatologista analisa fotos ampliadas das manchas, que tornam a identificação mais simples e mais rápidas em comparação ao exame clínico.

No mapeamento digital da pele, há o armazenamento das fotos do corpo todo do paciente e a documentação das lesões, a fim de que os resultados possam ser acompanhados futuramente.

Dessa forma, a identificação de novas lesões ou mudanças relevantes tem uma possibilidade bem maior de serem percebidas.

Microscopia confocal

A microscopia confocal é um método de diagnóstico não agressivo através de imagem, que possibilita uma avaliação das camadas da pele em tecido vivo e o diagnóstico de lesões que, porventura, sofreram algum tipo de alteração.

O exame é realizado com um laser de diodo, que serve como fonte de luz, possibilitando ao médico observar particularidades da estrutura celular da pele — com uma nitidez próxima a de um exame microscópico — sem a necessidade de acarretar algum tipo de dano ao tecido.

Biópsia

A biópsia é o tipo de exame mais apropriado para a confirmação desse tipo de câncer de pele (e também de outros tipos de câncer).

Todo tecido retirado para biópsia é enviado para um laboratório de anatomia patológica e, após uma análise bem detalhada, é emitido um laudo que confirmará ou não se o tecido é mesmo canceroso, seu grau de malignidade e outras informações consideráveis.

Tratamento

Existem muitas técnicas utilizadas para remover ou destruir os tumores causados pelo por esse tipo de câncer de pele. No entanto, a escolha vai depender de alguns fatores relacionados ao paciente, como tamanho do tumor, idade,e estado de saúde geral.

Conheça algumas dessas técnicas de tratamento, abaixo.

  • Excisão cirúrgica (ressecção) — É feita com bisturi e consiste na remoção da pele lesionada.
  • Cirurgia de Mohs — Técnica utilizada quando o tumor não pode ser retirado totalmente pela cirurgia padrão.
  • Curetagem e eletrocoagualção — Este tipo de tratamento do câncer de pele basocelular consiste na raspagem da pele lesionada. 

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Como é feita a cauterização do colo do útero?

Como é feita a cauterização do colo do útero?

Normalmente, no decorrer do processo de cauterização, o ginecologista faz uso de um aparelho que tem o poder de queimar as feridas no colo do útero, permitindo, assim, que as células novas e saudáveis se desenvolvam na área afetada.

Esse procedimento pode ser realizado no próprio consultório do médico ginecologista e, com a aplicação de anestesia local, ele se torna indolor. Entretanto, é normal que algumas mulheres sintam algum tipo de desconforto no momento em que o ginecologista está efetuando a cauterização. Em média, esse processo dura cerca de 20 minutos.

Por se tratar de um tratamento de baixa complexidade, não há a necessidade de internação. As únicas exigências são que a mulher não esteja menstruada e não tenha infecções vaginais.

Métodos de cauterização 

O ginecologista pode adotar diferentes métodos para realizar esse procedimento, como:

  •  Aplicação de laser;
  •  Eletrocauterização;
  • Uso de ácido tricloroacético.

O método que escolhido dependerá do grau das lesões e de quantas camadas de tecido necessitarão passar pelo processo de cauterização. Sendo assim, pode haver variações para cada caso, que será analisado pelo especialista.

Quando realizar o procedimento

Como foi dito acima, a cauterização do colo do útero é indicada em várias situações, porém o índice mais elevado dessas ocorrências acometem mulheres mais jovens, mulheres que fazem uso de medicamentos anticoncepcionais (devido às alterações hormonais que esses medicamentos causam) e, por fim, gestantes.

Em pacientes contaminadas pelo HPV — cerca de um quarto das mulheres com vida sexual ativa —, realizar o procedimento de cauterização pode evitar que as feridas uterinas avancem e possam provocar câncer de colo do útero.

Recuperação

Após a realização do procedimento de cauterização do útero, a mulher poderá apresentar sangramentos e dores abdominais por alguns dias. Para amenizar a dor, o médico receitará algum tipo de analgésico.

Além disso, o médico ginecologista fará algumas recomendações. São elas:

  • Ficar de 1 a 4 semanas sem ter contato íntimo, dependendo do processo de cicatrização;
  • Fazer uso de preservativo nas relações sexuais;
  • Evitar usar absorventes internos;
  • Evitar o uso de duchas vaginais;
  • Usar cremes vaginais cicatrizantes.

Essas indicações evitarão que ocorram algum tipo de complicação após a cauterização, como aumento do sangramento, vermelhidão, corrimento e infecções.

Pode ser considerado comum que haja descamação do tecido, devido ao processo de regeneração.

É importante ressaltar que em casos de dúvida sobre o procedimento ou necessidade de esclarecimento em relação aos resultados obtidos, o médico deve ser consultado e, da mesma forma, é extremamente seguir as instruções dadas por ele.

Por fim, vale destacar que o tratamento de cauterização do colo do útero é fundamental para prevenir o surgimento de lesões maiores e, ainda, pode evitar — em alguns casos — o desenvolvimento de câncer.

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Fertilidade após o tratamento do câncer ginecológico

Fertilidade após o tratamento do câncer ginecológico

Apesar do medo que a descoberta de um câncer ginecológico gera, antes, durante e depois do tratamento, muitas mulheres têm dúvidas sobre a sua fertilidade — tanto em relação à preservação quanto, após vencê-lo, à possibilidade de gravidez futura.

Tipos de câncer como o de mama, ovário e colo de útero tendem a assustar ainda mais as pacientes que sonham com a maternidade. No entanto, felizmente, há sim como preservar a fertilidade e traçar planos para gestações posteriores bem sucedidas — especialmente quando o câncer é diagnosticado em estágio inicial 

Preservação da fertilidade em caso de câncer ginecológico

Há uma recomendação em específico para cada neoplasia. Quando se trata um câncer de colo de útero em estágio m inicial e é indicada a remoção de uma parte do órgão, é recomendado utilizar progesterona local, que deixa o útero estável e assegura que a mulher não terá. um parto prematuro.

Abaixo, veja as indicações específicas para os demais tipos de câncer. 

Câncer de mama

A influência da placenta e dos hormônios  da gravidez pode afetar a outra mama e interferir tanto na evolução do tumor quanto no aparecimento de metástase. 

Devido a isso, o ideal é que a gestação seja planejada para acontecer depois de dois anos da finalização do tratamento de hormonioterapia, rádio e químio.

Porém, somente quando há essa possibilidade. Para mulheres acima dos 38 anos, a orientação é seja iniciado o programa de indução, efetuando a fertilização em vitro e conservando o embrião para que a implantação seja feita depois dos dois anos.

A motivo desse período de espera é que grande parte dos tumores têm um maior índice de recidiva nesse prazo. 

Câncer de ovário

A maioria dos quadros de câncer de ovário são descobertos fora da idade reprodutiva, quando a mulher possui acima de 50 anos.

Quando a doença se desenvolve em mulheres em idade reprodutiva, costuma ser unilateral. Com isso, há como preservar um dos ovários.

Entretanto, existe a chance do ovário saudável ser atingido pelo câncer entre 5 a 10 anos após o término do tratamento. Dessa forma, a recomendação é que a gestação aconteça logo após o tratamento —  especialmente se a doença estiver em estágio inicial, onde o órgão não é removido e há somente a realização de rádio e químio.

Câncer de vulva e vagina

O câncer de vulva e vagina é extremamente semelhante ao câncer de colo de útero em relação à preservar a fertilidade.

Tanto o diagnóstico precoce quando o tratamento pré-gestação são possíveis, porém não se pode permitir que a doença alcance o estágio avançado devido ao fato de haver a necessidade de radioterapia.

Um dos efeitos da rádio, infelizmente, é a destruição do ovário. Com isso, a mulher não pode mais produzir óvulos saudáveis. 

O diagnóstico precoce é o que assegura a possibilidade de uma futura gestação nas pacientes que têm cânceres ginecológicos.

Câncer de endométrio 

Em geral, o câncer de endométrio se desenvolve em mulheres com mais de 50 anos (menos de 5% das pacientes acometidas pela doença têm abaixo de 45).

Mais uma vez, através do diagnóstico precoce, há como postergar o tratamento invasivo utilizando a hormonioterapia.

Assim, a mulher terá o tempo que é preciso para a gravidez, sem a necessidade de retirada do útero.

Câncer de trompas de falópio

O câncer de trompas de falópio é extremamente raro e, quando diagnosticado em fase inicial é possível remover somente a trompa, preservando o ovário. 

No entanto, depois da gestação, o ovário também é retirado pelo fato câncer de ovário ter associação a esse tipo de câncer ginecológico.

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Câncer ginecológico durante a gravidez: como tratar?

Câncer ginecológico durante a gravidez: como tratar?

O câncer ginecológico durante a gravidez, na maioria das vezes, é diagnosticado durante o pré-natal. Dentre eles, o câncer de colo de útero é um dos mais identificados, somente o câncer de mama tem uma incidência maior.

Em razão de o câncer ter uma tendência potencial em ser fatal, adiar o tratamento pode diminuir consideravelmente as chances de sucesso. Por esse motivo, o câncer normalmente é tratado, estando a mulher grávida ou não.

Entretanto, alguns desses tratamentos padrão — como a radioterapia, quimioterapia e cirurgia — podem prejudicar o feto.

Diante disso, talvez algumas mulheres passem a considerar a realização de um aborto. Porém esses tratamentos podem ser planejados de forma que os riscos para o feto sejam minimizados.

Principais câncer ginecológicos que podem surgir durante a gravidez

Abaixo, veja quais são os principais tipos de câncer ginecológicos que podem surgir durante a gravidez e os possíveis tratamentos a serem adotados.

Câncer de colo de útero

O câncer de colo de útero é provocado por infecções motivadas pelo vírus do HPV (sigla em inglês para Papilomavírus humano), que ocasiona feridas pré-invasivas no útero.

Inicialmente a mulher fica assintomática, o que prejudica e retarda tanto o diagnóstico quanto o tratamento da doença.

Existem dois tipos principais de câncer de colo do útero: os carcinomas de células escamosas —  que representam a grande maioria dos casos — e os adenocarcinomas — que são bem raros.

Tratamento

O tipo de tratamento vai depender de alguns fatores, como, por exemplo: o tipo de câncer de colo de útero, o quanto se espalhou, qual o tamanho do tumor, com quantas semanas de gravidez a gestante está e quais são as vontades dela.

A utilização da quimioterapia não é recomendada durante os primeiros três meses de gestação, uma vez que o feto que ainda está se formando e pode ser prejudicado.

 Portanto, se a mulher descobrir o câncer de colo do útero nesse período da gestação, o adiamento do tratamento pode ser sugerido pelo médico.

Porém, dependendo da velocidade que o tumor vem se desenvolvendo e do seu tamanho, o tratamento terá que ser iniciado imediatamente.

Assim sendo, normalmente são indicadas as opções a seguir:

  • Conização: nesse procedimento, o tecido do colo do útero que está doente é removido;
  • Traquelectomia radical: nessa intervenção, a maior parte do colo do útero é removido.

A partir do sexto mês de gravidez, a quimioterapia pode ser realizada com segurança com o objetivo de reduzir o tamanho do tumor.

Há casos, que o médico pode sugerir que o parto seja antecipado, a fim de minimizar os riscos para a mãe e para o bebê.

Câncer de ovário

O câncer de ovário normalmente tem seu início na superfície dos ovários e habitualmente só tem seu diagnóstico quando já se encontra em um estágio avançado.

Esse tipo de câncer tem o poder de desenvolvimento maior em mulheres com idades entre 50 e 70 anos (1 em cada 70 mulheres nessa faixa etária acabam desenvolvendo a doença).

Nos Estados Unidos, é o tipo de câncer ginecológico que mais leva mulheres a óbito.

Tratamento

Assim como no câncer de colo do útero, a quimioterapia também não é indicada no tratamento do câncer de ovários nos primeiros três meses de gravidez.

Porém o tratamento mais indicado para esse tipo de câncer é a intervenção cirúrgica e ela pode ser realizada com segurança mesmo durante a gestação.

Câncer de mama

Diagnosticar um câncer de mama durante a gravidez é bem complicado. A mama passa por alterações naturais, ficando mais inchada, dolorida e densa, fatores que fazem com que a mulher não perceba o câncer se manifestar.

Portanto, para o diagnóstico correto é recomendado a realização de um ultrassom —  que não utilize radiação ionizante, prejudicial o feto.

A mamografia também pode ser indicada, porém um avental de chumbo deve ser usado a fim de proteger a barriga da gestante.

Tratamento

A cirurgia para retirada do câncer da mama é um parte importante do tratamento para todas as mulheres e normalmente é segura no período gestacional. Entre as opções cirúrgicas para o câncer de mama, estão:

Mastectomia

A mastectomia é usada com mais frequência nas gestantes com câncer de mama devido ao fato da maioria das mulheres que realizam a cirurgia conservadora da mama necessitarem de radioterapia posteriormente.

A radiação pode causar danos ao bebê se for administrada durante o período gestacional, porém adiá-la por muito tempo poderá aumentar a chance de reaparecimento da doença.

Lumpectomia

A lumpectomia — ou simplesmente cirurgia conservadora da mama, pode ser indicada se o câncer ginecológico durante a gravidez tiver tido o seu diagnóstico a partir do terceiro trimestre de gestação.

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Tire suas dúvidas sobre o câncer de ovário

Tire suas dúvidas sobre o câncer de ovário

O câncer de ovário é a doença ginecológica mais difícil de ser diagnosticada devido grande parte dos tumores malignos só se manifestarem quando já estão em um quadro avançado. O seu surgimento está relacionado a fatores hormonais, genéticos e ambientais.

Por se manifestar de maneira tardia, se tornou o tumor ginecológico responsável pelo maior número de mortes. Além disso, também é a segunda doença ginecológica mais comum na vida das mulheres, atrás somente do câncer de colo de útero. 

Esse tumor pode se desenvolver em qualquer faixa etária, porém é mais comum em mulheres acima de 40 anos de idade.

Sintomas

O câncer de ovário não apresenta sintomas em sua fase inicial, porém na medida em que o tumor vai se desenvolvendo ou se alastrando para outros órgãos, surgem alguns sintomas. Os mais frequentes são:

  • Dor na região pélvica ou abdominal;
  • Sentir vontade de urinar mais vezes do que o normal;
  • Inchaço abdominal;
  • Perda de apetite;
  • Perda de peso;
  • Dores nas costas ou pernas;
  • Alterações menstruais;
  • Dor durante relações sexuais;
  • Prisão de ventre ou diarreia;
  • Sensação de náusea ou azia;
  • Fadiga.

Causas

A causa do câncer de ovário ainda é desconhecida. O que se sabe é que esse tumor surge através de alterações genéticas que modificam as características da célula, dificultando sua capacidade de se multiplicar de forma rápida e de adquirir irrigação dos vasos sanguíneos vizinhos.

Com isso, uma aglomeração de células é formada e elas são chamadas de tumores locais.

Já quando o câncer se dissemina para outros órgãos, formando tumores distantes do local inicial, ocorre a chamada metástase.

Tipos de tumores no ovário

Existem três tipos específicos de tumores no ovário, que são:

Tumores epiteliais

Considerado o mais comum, ocorre quando há o surgimento do tumor no tecido da superfície na região externa do órgão.

Tumores de células germinativas

Seu início se dá nas células que são responsáveis pela produção dos óvulos. É o tipo considerado mais raro e ocorre normalmente em mulheres mais jovens.

Tumores estromais

Seu surgimento ocorre nas células que formam os ovários e que são responsáveis pela produção dos hormônios femininos progesterona e estrogênio.

Tratamento 

O tratamento depende do tipo e da gravidade que o câncer apresenta e alguns fatores também devem ser considerados, como: idade, qualidade de vida e o desejo do paciente de ter filhos ou não.

Para tumores que estão em fase inicial, o tratamento é mais simples e consiste na realização de uma cirurgia para remover o útero e o ovário.

Já para os casos em que a doença está em um estágio mais avançado é feita a remoção de todos os tumores visíveis. Esse é um método que aumenta a chance de sobrevivência do paciente.

Em alguns casos, após a cirurgia os pacientes devem ser submetidos a sessões de quimioterapia.

Gravidez após o câncer

O desejo de engravidar após o câncer de ovário ter sido diagnosticado ainda em sua fase inicial, deve ser esclarecido com o médico, já que a orientação pode variar a depender do caso.

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Câncer ginecológico: entenda mais sobre essa doença!

Câncer ginecológico: entenda mais sobre essa doença!

A conscientização do câncer ginecológico deve ser feita de forma frequente, durante todo o ano. Afinal, a doença exige cuidados regulares, uma vez que traz riscos graves a saúde.

Dentre os tumores que mais prejudicam o sistema genital feminino, encontram-se: câncer do colo de útero e o câncer de ovário. 

Neste artigo, vamos abordar as principais informações sobre esse tipo de câncer: fatores de riscos, sintomas, prevenção, entre outros. 

Quais são as características do câncer ginecológico? 

A partir de agora, vamos apresentar as principais características do câncer ginecológico. 

Fatores de risco

Existem alguns fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença. 

  • idade superior a 50 anos;
  • fatores hormonais; 
  • fatores ambientais; 
  • fatores genéticos.  

Sintomas 

Os sintomas dos cânceres ginecológicos aparecem tanto na fase inicial, quanto na fase final da doença.

Os sinais que devem ser analisados com mais atenção são: dores de estômago, febre constante, dor lombar persistente, inchaço no abdômen e flatulências. 

A lista ainda tem alguns sinais como: dor pélvica constante, sangramento vaginal anormal, mudanças intestinais, perda de peso, problemas na vulva ou vagina, além de cansaço excessivo. 

Os sintomas do câncer aumentam à medida que o tumor cresce no corpo. Os pacientes costumam perceber aumento do volume abdominal, dores difusas, massa abdominal palpável, constipação intestinal ou diarreia.

Se você apresenta um ou mais sintomas não significa que está com câncer. É necessário buscar ajuda com um profissional para iniciar o processo de investigação. 

Quanto mais cedo for o diagnóstico, maior são as chances de cura após o tratamento. 

Diagnóstico

Grande parte dos tumores malignos se manifestam quando a doença já está em um nível mais avançado. 

No entanto, a medicina tem algumas formas de identificar o câncer. Por isso, a visita anual ao ginecologista e o exame de papanicolau são tão importantes. 

Prevenção 

A prevenção do câncer pode ser feita de várias formas, dentre elas:

  • alimentação saudável;
  • prática de exercícios físicos; 
  • consulta regular ao médico. 

Sabemos o quanto é complicado cuidar da saúde, especialmente com as tarefas que temos na rotina. No entanto, meia hora de caminhada e uma mudança no cardápio podem fazer grandes diferenças em sua vida. 

Tratamento

Uma boa notícia é que a medicina tem várias modalidades terapêuticas que podem ajudar no tratamento do câncer ginecológico. Dentre as mais comuns, encontram-se: cirurgia, radioterapia e quimioterapia. 

Para escolher o método ideal, o médico avalia diversas características como: tipo histológico do tumor, estadiamento, idade e as condições clínicas do paciente.

Quando o câncer é identificado no início, principalmente nas mulheres mais jovens, o médico consegue retirar apenas o ovário afetado.

Quais são os tumores mais comuns nas mulheres?

Eis os principais tipos de câncer que podem acometer as mulheres:

  • Câncer de colo do útero: primeira causa de morte entre as mulheres. A vacina é a principal forma de prevenção; 
  • Câncer de endométrio: a exposição a longo prazo ao estrogênio é um dos principais fatores que aumentam o desenvolvimento da doença. Alguns fatores podem ser considerados fatores de risco, como: menstruação precoce, menopausa tardia e nunca ter engravidado. 
  • Cânceres de vagina e de vulva: esses tumores são raros. Os principais sintomas são: sangramento após relação sexual, sangramento não relacionado à menstruação, dor pélvica ou na vagina, dor ao urinar e constipação;
  • Câncer de ovário: o diagnóstico é difícil e têm menos chances de cura. Dentre os fatores de risco, encontra-se: histórico familiar, não ter tido filhos e gestação após os 30 anos. 

Para identificar o câncer ginecológico, a mulher precisa ter atenção com as mudanças no corpo. O acompanhamento médico é essencial para evitar futuros problemas. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!

Posted by Dr. Rafael Onuki Sato in Todos
Entenda a importância do rastreio do câncer

Entenda a importância do rastreio do câncer

O exame de rastreio do câncer ajuda a identificar a doença mais cedo e aumenta as chances de cura durante o tratamento. 

Neste artigo, vamos mostrar qual é o impacto do exame para a sua saúde e quais são os mais importantes para o paciente. 

Afinal, o que é rastreio do câncer?  

O rastreio é fundamental para qualquer pessoa, seja para homens ou mulheres. 

Ele ajuda a eliminar suspeitas de doença e identifica lesões de forma precoce que podem apontar a presença de um tumor silencioso. 

Em grande parte dos casos, o câncer é identificado somente em um estágio mais avançado. Isso é muito ruim, pois pode prejudicar o tratamento, diminuindo as possibilidade de cura do paciente. 

Após a identificação, o médico inicia a etapa de investigação. Nela, o paciente deve fazer uma série de exames mais complexos, por exemplo, biópsia. 

Esses tipos de exames mostram a natureza da lesão. Eles também definem se o tumor é ou não maligno. 

Por isso, o exame de rastreio não pode causar pânico aos pacientes e seus familiares. É necessário ter calma para que o processo de investigação ocorra sem problemas. 

Por que o rastreio é importante para a saúde?

A descoberta precoce do câncer traz várias vantagens para o paciente. 

A indicação de um tratamento menos invasivo é um dos principais benefícios. Através dele, o paciente tem mais possibilidades de cura, pode ter uma rotina mais saudável depois do tratamento e um número menor de sequelas. 

Esse cenário também permite que a finalização do tratamento ocorra com mais agilidade. 

Quais são os tipos de exames mais indicados no rastreio? 

Cada tipo de câncer exige um determinado exame, conheça abaixo os mais importantes:

  • Câncer de próstata: indicado para homens com idade acima dos 50 anos. É fundamental conversar com o profissional para identificar os prós e contras do exame. As indicações mais comuns são: exame de sangue PSA, toque retal e biópsia da próstata;
  • Câncer de pulmão: exame deve ser feito somente com pessoas que têm pré-disposição à doença (idade entre 55 a 74 anos; fumantes ou ex-fumantes e pacientes que fumaram um maço por dia em um período de trinta anos ou dois por dia durante 15 anos). Os exames mais comuns são: radiografia de tórax, tomografia computadorizada, ressonância magnética, entre outros; 
  • Câncer de endométrio: é indicado para todas as mulheres que estão no início da menopausa. O diagnóstico precoce é essencial para um tratamento mais eficiente. Os exames de imagem que ajudam a identificar a lesão são: ultrassom, raios X do tórax, tomografia computadorizada, ressonância magnética, tomografia por emissão de pósitrons, cistoscopia e proctoscopia;
  • Câncer colorretal e pólipo: recomendado para homens e mulheres com mais de 50 anos de idade. Exame pode ser feito com uma colonoscopia ou com pesquisa de sangue oculto nas fezes. 

O rastreio do câncer é muito importante para ter um tratamento mais eficaz e para aumentar as chances de cura do paciente. Portanto, procure um médico de confiança e cuide da sua saúde.  

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