Tire suas dúvidas sobre o câncer de rim

Tire suas dúvidas sobre o câncer de rim

Muitas vezes silencioso, e por isso perigoso, o câncer no rim não é um dos tumores malignos mais comuns, mas, ainda assim, deve ser fonte de preocupação para todos. Afinal, mesmo que represente apenas 3% das doenças malignas que atingem pessoas no mundo todo, a verdade é que em 1/3 dos casos, o câncer é diagnosticado quando já alcançou a metástase. 

Além disso, o Brasil não tem nenhum programa específico que busque evidenciar casos desse tipo de tumor em adultos e idosos do país. Isso torna ainda mais importante que você entenda exatamente o que é esse tipo de tumor e seus sintomas.

Neste post, conheceremos as principais características do câncer nos rins, seu tratamento e as formas de prevenção. Acompanhe!

O que é o câncer de rim? 

Trata-se de um tumor que acomete o sistema urinário. Vale lembrar que a principal função do rim é ajudar na eliminação de substâncias metabolizadas pelo organismo, levando as impurezas para a urina, e, por isso, essa é uma das funções comprometidas durante o câncer nesse órgão. 

De uma forma geral, esse tipo de tumor surge unicamente em um dos rins, por meio da proliferação desenfreada das células dos túbulos dos néfrons, formando nódulos. Porém, também é possível que o câncer atinja os 2 rins ao mesmo tempo e até se espalhe rapidamente para os órgãos mais próximos. 

Sintomas 

É muito raro que a doença apresente sintomas, principalmente em seus estágios iniciais. Já nos casos avançados, existem alguns, como: 

  • sangue na urina;
  • dor abdominal;
  • dores constantes nas costas; 
  • perda de peso; 
  • fadiga constante; 
  • dor no flanco; 
  • febre.

Como é feito o diagnóstico? 

Geralmente, o diagnóstico é feito por acaso, quando o paciente está fazendo exames de rotina ou relacionados à outra doença. Quando pensamos na doença nos estágios iniciais, então, esse processo é ainda mais comum. 

Atualmente, não existe um tipo de exame que sirva apenas para identificar o câncer renal, mas traços do tumor podem ser identificados no exame de sangue, de urina e, principalmente, ultrassom e tomografia computadorizada. 

Qual o tratamento?

O melhor tratamento para esse tipo de câncer é a cirurgia, que pode retirar completamente o rim ou apenas o tumor, a depender do estágio da doença. Em casos mais graves, é possível que seja necessário retirar, além do rim, a glândula adrenal e linfonodos da região. 

Como prevenir o câncer no rim? 

Manter uma vida com alimentação saudável, prática de exercícios, evitar fumar e beber, são alguns dos pontos que podem ajudar na prevenção, não só desse tipo de câncer, mas também de diversos outros. 

Por fim, fazer exames de rotina anualmente e acompanhar de perto os resultados também são maneiras de identificar a doença em seus estágios iniciais e evitar o avanço do tumor. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!

 

Posted by Dr. Rafael Onuki Sato in Todos
Câncer no pulmão — diagnóstico e tratamentos

Câncer no pulmão — diagnóstico e tratamentos

O diagnóstico e tratamento do câncer no pulmão são duas grandes dúvidas de boa parte das pessoas. Afinal, apesar de ser um dos mais vistos, as informações são pouco divulgadas. 

Ao contrário do que alguns imaginam, a verdade é que esse tumor é altamente tratável quando identificado ainda no início. Para tanto, reconhecer os sintomas e manter uma rotina de exames é crucial. 

Acompanhe este artigo e entenda as principais formas de diagnóstico e tudo o que você precisa saber sobre o tratamento do tumor nos pulmões. 

Como é feito o diagnóstico de câncer no pulmão?

Quase sempre assintomático em suas fases iniciais, identificar esse tipo de câncer por meio dos sintomas é bem difícil. Muitas vezes, o paciente só começa a apresentar os sinais mais graves, como tosse com sangue, depois que o tumor se tornou metastático. 

Além disso, não há um exame específico apenas para identificar a doença. A principal forma de diagnóstico, então, é por meio de exames de imagem, como a radiografia do tórax, que deve ser acompanhado de uma tomografia computadorizada para confirmar a presença de tumor no pulmão. 

A inclusão de exames de imagem na rotina é uma ótima forma de garantir a identificação da doença em seu estágio inicial. 

Grupos de risco   

Para quem faz parte do grupo de risco desse tipo de câncer, é ainda mais importante garantir uma rotina de exames recorrentes. Cerca de 90% dos casos da doença são provocados por fumo ou exposição a agentes químicos, como o amianto, radônio, arsênio e outros. 

Quais os principais tratamentos disponíveis? 

O tratamento adotado vai depender de uma série de fatores, desde o tipo de câncer no pulmão, o estágio em que a doença se encontra e até o estado físico do paciente. Algumas vezes, é possível utilizar mais de um tratamento ao mesmo tempo, visando a melhora na qualidade de vida da pessoa. 

Cirurgia 

Quando o câncer ainda é pequeno e é identificado em sua fase inicial, a melhor forma de tratamento é a cirurgia. Isso porque todo o tumor é removido durante a operação e isso potencializa as chances do paciente de tratar a doença. 

A depender do caso, a cirurgia retira apenas o tumor, uma parte inteira do pulmão atingido pela doença ou, até mesmo, o pulmão inteiro. 

Quimioterapia  

Em caso de câncer de pequenas células, o tratamento já exige outros procedimentos, como a quimioterapia e radioterapia. Aqui, o objetivo é destruir completamente as células cancerígenas ou apenas impedir que o tumor continue a crescer. Geralmente, é uma opção quando não é mais possível fazer a cirurgia de retirada da parte afetada pelo tumor. 

Radioterapia 

A radioterapia também visa destruir as células cancerígenas do câncer no pulmão, mas, dessa vez, utilizando a radiação. É comum que esse tipo de tratamento seja acompanhado por outros, como a própria cirurgia ou quimioterapia. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!

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Mitos e verdades sobre o câncer de estômago e esôfago

Mitos e verdades sobre o câncer de estômago e esôfago

O câncer de estômago e esôfago é um dos mais comuns entre adultos, atingindo mais homens que mulheres. Anualmente, são diagnosticadas mais de 20 mil pessoas com a doença e, apesar disso, é pouco conhecida pelos brasileiros. 

A má informação contribui para a disseminação de diversos mitos, assustando as pessoas diagnosticadas muito mais do que deveria. Afinal, apesar de muito comum, esse tumor é altamente tratável e, quando identificado em sua fase inicial, tem mais de 90% de chances de cura. 

Quer entender melhor esse tipo de tumor e descobrir os principais mitos e verdades sobre a doença? Confira este post. 

Mitos e verdades sobre o câncer de estômago e esôfago

Quem tem gastrite vai ter câncer de estômago ou esôfago.

Mito. A verdade é que boa parte das pessoas diagnosticadas com gastrite não desenvolverão câncer. É necessária uma série de fatores para que o tumor apareça no órgão, o que inclui alimentação e outros hábitos. 

Entretanto, a situação é diferente quando estamos falando de gastrite atrófica. Nessa doença, o próprio sistema imunológico começa a atacar o revestimento do estômago, causando problemas graves que podem aumentar as possibilidades de ocorrência do câncer de estômago. 

Refluxo gástrico aumenta as chances de desenvolver o câncer. 

Depende. É possível que o refluxo gástrico comece a provocar alterações graves no revestimento do esôfago por causa do ácido que vem do estômago. Nesses casos, o processo provoca algumas doenças, como a esofagite, que sim, aumenta as chances do órgão desenvolver um tumor. 

No entanto, isso não significa que todo refluxo gástrico é fator de risco, principalmente se o paciente receber o tratamento adequado. 

Indivíduos com H. Pylori têm mais chances de ter tumor no estômago.

Mito. A H. Pylori é mais comum do que se imagina e existem dados que indicam que, pelo menos, 40% dos brasileiros têm a bactéria. No entanto, a maior parte das pessoas infectadas apresenta pouquíssimos sintomas, que não evoluem ao longo do tempo. 

Há poucas chances de alguém infectado com a bactéria desenvolver câncer, mesmo quando está afetado pela gastrite ou outras doenças no estômago provocadas pela H. Pylori. 

Sendo assim, apenas é necessário ter atenção quando a bactéria aparece junto a outras doenças de risco, como a gastrite atrófica. 

Fumar é fator de risco para o câncer de estômago e esôfago

Verdade. Fumar é um forte fator de risco e contribui não só para a presença do câncer de estômago, mas também para o tumor em outros órgãos, como o pulmão. O risco é maior quando o cigarro é associado a hábitos alimentares ruins e vida sedentária. 

Existem alimentos que podem proteger contra a doença

Verdade. A maioria dos profissionais considera que uma dieta rica em sal e alimentos processados é uma das grandes causas desse tipo de câncer. Da mesma forma, também existem alimentos que são grandes aliados para a prevenção da doença, incluindo frutas ricas em vitamina C, hortaliças e legumes. 

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Você já ouviu falar da imunoterapia?

Você já ouviu falar da imunoterapia?

Quando estamos falando em câncer, certamente, os tratamentos mais conhecidos são a quimioterapia e a radioterapia. Porém, o que muitos não sabem é que existem outras formas de tratar a doença, incluindo a cirurgia e a imunoterapia. 

Ainda pouco conhecida entre os brasileiros, a imunoterapia é um tratamento extremamente moderno. Existem diversos tipos, mas o princípio é o mesmo: combater o câncer utilizando o próprio sistema imunológico do paciente. 

Quer entender do que se trata e como ela é aplicada? Continue acompanhando este post e descubra tudo o que você precisa saber sobre esse tratamento.  

O que é imunoterapia?

Se você entende um pouco sobre os tratamentos disponíveis para o câncer, provavelmente, sabe que alguns deles têm como efeito colateral a redução drástica do sistema imunológico do paciente. Essa condição o torna completamente suscetível a doenças e infecções, um risco para quem está em tratamento. 

A imunoterapia vai pelo caminho inverso e, ao invés de tentar destruir as células cancerígenas, por meio de radiação ou quimioterapia, ela fortalece o sistema imunológico do paciente e o faz combater o câncer. 

Antigamente, esse tipo de tratamento não era possível porque a medicina ainda não entendia como e nem porquê a imunidade do corpo ignorava completamente o tumor. Por meio desse tratamento, os médicos ajudam o sistema imunológico da pessoa a identificar as células que sofreram mutação e destruí-las. 

Como esse tratamento funciona?  

Já explicamos que há décadas o tratamento não funcionava por causa das limitações do sistema imunológico do corpo. A verdade é que ele funciona muito bem e está preparado para destruir qualquer microrganismo ou substância estranha que adentre o corpo. 

O problema é que, muitas vezes, as células cancerígenas são tão parecidas com as saudáveis que acabam enganando o sistema imunológico, mesmo depois de virar tumor. O corpo sabe que tem algo de estranho acontecendo, mas não entende o porquê.

Por meio da imunoterapia, o que os médicos fazem é ajudar o corpo a visualizar essas células cancerígenas. Em muitos casos, o tratamento também oferece força para o sistema imunológico combater a doença sozinho. 

Quais os tipos de imunoterapia existentes?

Apesar do objetivo do tratamento ser muito específico, existem diversas formas de chegar ao mesmo resultado. Dentre os tipos de imunoterapia existentes, podemos citar pelo menos 3, como veremos a seguir. 

Anticorpos monoclonais 

A terapia insere anticorpos de proteínas sintéticas, produzidas em laboratório. A principal vantagem desse método é que esses anticorpos são especialistas e conseguem identificar e destruir partes específicas das células cancerígenas. 

Vacinas contra o câncer

Esse tipo de vacina é feita especificamente para ativar uma resposta no sistema imunológico, mostrando que o tumor é um corpo estranho que precisa ser destruído.

Inibidor de ponto de verificação imunológico

Nessa terapia, medicamentos otimizam o sistema imunológico, retirando dele seus limites naturais e dando força para que possam destruir as células com mutações cancerígenas. 

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Mitos e verdades sobre a radioterapia

Mitos e verdades sobre a radioterapia

A radioterapia é um dos tratamentos mais indicados para o câncer e, apesar disso, ainda há muita desinformação e dúvidas sobre ela. Não à toa, muitos pacientes sentem receio ou até pavor ao saber que precisarão desse tipo de intervenção. 

A verdade é que muito do que se ouve falar é um exagero ou, ainda, não se aplica a todos os casos. O tratamento evoluiu muito nos últimos anos e isso permite que ele tenha muito menos efeitos colaterais. 

Entender melhor como funciona o tratamento pode ajudar o paciente durante seu processo de cura, tranquilizando-o. Sendo assim, neste post, confira alguns dos principais mitos e verdades sobre a radioterapia!

Mitos e verdades sobre a radioterapia

Um tratamento obrigatório para todos os tipos de câncer

Mito. É importante entender que nem todo diagnóstico vai envolver esse tipo de tratamento. Isso porque existem outras opções, como cirurgia e quimioterapia, e cada uma é aplicada de acordo com o tipo de câncer e, até mesmo, o quadro do paciente. 

Em alguns casos, esses tratamentos podem ser combinados, buscando uma eficiência maior no processo de cura. 

Existem diversos tipos de radioterapia

Verdade. Trata-se de um procedimento utilizado pela medicina há décadas e, por isso, hoje, existem muito mais opções de radioterapia, que são indicadas para casos diferentes. Alguns, como o de próstata, podem se beneficiar dessas variações do tratamento e evitar a completa remoção cirúrgica do órgão. 

O procedimento substitui a quimioterapia 

Mito. O tratamento não substitui a quimioterapia e é comum que ambos sejam utilizados em conjunto. A opção de escolha vai depender do tipo de câncer e quadro do paciente.

Sempre há fortes efeitos colaterais nos pacientes 

Mito. O tratamento foi otimizado nas últimas décadas e nem sempre há a ocorrência de efeitos colaterais. Na verdade, a presença ou não deles dependerá de caso para caso e é comum que pacientes apresentem poucos ou, até mesmo, nenhum sintoma adverso. 

Agora, se você está com medo dos efeitos colaterais (sejam quais for) o melhor que tem a fazer é entrar em contato com um médico de confiança, informando suas dúvidas e pedindo esclarecimento. Você perceberá que muitos medos, na verdade, são baseados em mitos. 

Durante o tratamento é recomendado que o paciente não fume nem ingira álcool

Verdade. E isso não é só na radioterapia, mas também em outros procedimentos. Tanto as substâncias do álcool quanto as do cigarro podem interagir mal durante o tratamento e retardar a recuperação do paciente.

O álcool precisa ser evitado, principalmente quando a região que recebe o tratamento envolve as mucosas orais ou intestinais. Se for feito próximo ao pescoço, por exemplo, pode ser que a mucosa oral seja afetada e ficará ainda mais sensível e irritada com a ingestão de bebida alcóolica. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!

 

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Conheça os principais sintomas do câncer no pulmão

Conheça os principais sintomas do câncer no pulmão

O câncer no pulmão é um dos mais comuns e, geralmente, está associado ao tabagismo ou contato constante com agentes cancerígenos. Apesar disso, a doença tem um início silencioso e muita gente confunde seus sintomas com enfermidades simples, como a gripe. 

Ainda que existam poucos sintomas nos primeiros estágios, pode ser que o corpo dê alguns sinais de que está adoecendo. O risco está em confundir esses indícios com diversas outras doenças, como tuberculose, e atrasar o tratamento por isso. 

Se você está em dúvida e quer descobrir os principais sintomas do câncer do pulmão, acompanhe este artigo e entenda tudo o que você precisa saber para identificar a doença e diagnosticá-la o quanto antes. 

Sintomas do câncer no pulmão 

Tosse constante 

A tosse é um sintoma comum de diversas doenças, inclusive das mais simples, como gripes e resfriados. No entanto, se você é fumante, ela está constante o acompanha há algumas semanas, é crucial buscar ajuda médica. 

Ainda, não importa muito o tipo de tosse. Ela pode ser seca e durar mais de 2 semanas ou com catarro ou vestígios de sangue. Nesse último caso, é muito provável que a doença já esteja em um estágio avançado e precise de tratamento imediato para retardar o avanço do câncer. 

Falta de ar 

Outro sinal comum está relacionado à falta de ar, incômodo constante na garganta e rouquidão que dura semanas. Infelizmente, também podem aparecer em outras doenças respiratórias, por isso, nem sempre gera preocupação no paciente. 

Além disso, a falta de ar também pode vir acompanha de uma fadiga crônica, que não alivia mesmo depois de muito repouso, o que é muito comum em mais de um tipo de câncer. 

Dores no peito

Dores no peito também são sintomas desse tipo de câncer e, muitas vezes, estão acompanhadas de outros, como a tosse constante. 

Apesar de ser mais comum sentir dor no peito, a depender do tipo de câncer e o estágio, também é possível aparecer dores nas costas e nos ombros. 

É comum que a dor apareça ao respirar. Câimbras musculares e até mesmo fraquezas nos membros superiores também são sinais de alerta e devem ser informados imediatamente para o médico que acompanha o caso.

Infecções pulmonares constantes

Quadros constantes de pneumonia também podem ser um indício, principalmente se o paciente estiver no grupo de risco, que inclui fumantes (inclusive os passivos) e pessoas que têm contato constante com outros agentes cancerígenos.

Entretanto, vale lembrar que todos esses sintomas são comuns a outras doenças e o acompanhamento médico é crucial. O diagnóstico só deve ser feito após exames, como radiografia do tórax e tomografia computadorizada. 

A doença em seus estágios iniciais é tratável, inclusive por meio de cirurgia para a retirada do câncer no pulmão. Por isso, fazer exames de rotina constantes e prestar atenção em qualquer sintoma anormal são passos cruciais para a identificação precoce da doença. 

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Qual o papel dos testes genéticos na prevenção e diagnóstico do câncer?

Qual o papel dos testes genéticos na prevenção e diagnóstico do câncer?

Há quem ache que o câncer é uma doença que pode atingir qualquer um, em qualquer momento. Apesar disso não ser exatamente uma mentira, hoje, sabemos que há muitos fatores que podem influenciar e aumentar as chances de alguém ter um tumor ou não. Um deles é o hereditário, que pode ser identificado por meio de testes genéticos.

Não à toa, o teste é uma das melhores ferramentas na atualidade para prevenir e, até mesmo, tratar de forma eficiente cânceres de todos os tipos. 

Quer saber o que é um teste genético e o papel que ele desempenha no tratamento de pacientes no mundo todo? Continue lendo este artigo e descubra! 

Todo câncer é hereditário?

Antes de explicar o que exatamente são os testes genéticos, é preciso que você entenda uma coisa importante: a maioria dos casos de câncer é provocada por hereditariedade, ou seja, significa que nem todo câncer é hereditário, mesmo quando ele ocorre mais de uma vez em uma mesma família. 

Existem aspectos no contexto familiar, como hábitos e ambientes, que podem influenciar e levar parentes a terem tumores parecidos, mas isso não significa exatamente que foram provocados por hereditariedade. 

Identificar um câncer hereditário só é possível por meio do próprio teste genético, estudado pelo médico que acompanha a família. 

Afinal, o que é o teste genético? 

Os testes analisam o DNA do paciente em busca de mutações hereditárias nas células. Quando uma mutação relacionada ao câncer é encontrada, isso significa que todas as células do corpo dessa pessoa, inclusive as sexuais, têm a mesma alteração. 

Dessa forma, a mutação pode passar de pai para filho e atingir, também, irmãos e parentes mais próximos. De acordo com pesquisas, irmãos e filhos de pacientes identificados com alterações hereditárias têm, ao menos, 50% de chance de ter o mesmo problema e um câncer hereditário no futuro. 

Confira como testes do tipo podem auxiliar no tratamento da doença. 

Ajuda na prevenção do câncer 

Um teste genético pode indicar a possibilidade de câncer antes mesmo da doença começar a aparecer. Após a identificação, é possível trabalhar com métodos de prevenção do tumor, que podem incluir desde mudança de hábitos até cirurgias. 

Alguns tipos de cânceres, quando identificada a hereditariedade, são altamente evitáveis por meio de intervenções preventivas. Esse é o caso do câncer de mama e de ovário a retirada das mamas ou dos ovários antes mesmo do câncer aparecer é uma maneira viável de evitar completamente a doença. 

Identifica o melhor tratamento 

Nos casos em que o paciente já foi diagnosticado com tumor, os testes também podem ser de grande ajuda, pois identificam quais as alterações genéticas presentes no tumor, o que ajuda o médico a visualizar como bloquear ou evitar que essas mutações continuem acontecendo. 

Há estudos que já identificam que determinados tipos de mutações genéticas cancerígenas respondem melhor a certos tratamentos. Levar os genes em consideração na hora de tratar tumores garante a eficiência do processo e mais qualidade de vida para o paciente. 

Algumas vezes, por meio dos testes genéticos, também é possível identificar soluções para que o câncer não volte ou não apareça em outros lugares do corpo. Claro, isso depende de cada caso e só um médico pode avaliar a situação. 

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Dicas simples e práticas para ajudar um familiar com câncer

Dicas simples e práticas para ajudar um familiar com câncer

Receber a notícia de um familiar com câncer é um choque para a maioria das pessoas. Logo, é normal ficar preocupado e sentir que não sabe exatamente o que fazer. 

Reagir a isso certamente não é fácil e é ainda mais complicado para o próprio paciente. No entanto, o desespero de ambas as partes só gera mais problemas, sendo assim, é crucial saber manter a calma e tratar a pessoa da maneira certa. 

Quer entender como ajudar um familiar com câncer? Acompanhe este texto e descubra os pontos que mais precisam da sua atenção.

Como ajudar um familiar com câncer 

Estude profundamente a doença e seus tratamentos

Inicialmente, é importante compreender que receber o diagnóstico de um tumor não significa o fim da vida de ninguém, pois muitos tipos são altamente tratáveis, principalmente na fase inicial da doença. 

Sendo assim, estudar sobre a doença, buscar informações junto à equipe médica e outros profissionais, pode deixar toda a família mais tranquila e forte para lidar com a situação. É fundamental, também, manter conversas positivas com o paciente, evitando que o desespero ganhe espaço na mente dele. 

Tenha cuidado com o que fala para o familiar com câncer

Da mesma forma, é crucial que você tenha ainda mais cuidado ao conversar com o paciente. Falar sobre a aparência da pessoa, destacando que ela parece debilitada e fraca, não ajuda em nada. 

Além disso, falar sobre casos de pessoas conhecidas ou, até mesmo, de outros tratamentos, inclusive os que não são tradicionais, pode só deixar a pessoa ainda mais confusa e ansiosa. Ainda que discutir as opções seja importante, esse processo precisa ser feito junto ao médico que acompanha o caso. 

Cuide da sua saúde 

É comum que, ao cuidar de um ente querido, a preocupação ganhe espaço em sua vida e você passe grande parte do tempo se dedicando somente ao enfermo. Porém, acredite, deixar de cuidar de si mesmo e prestar atenção na própria saúde pode causar ainda mais problemas. 

É importante lembrar que o paciente precisa que você esteja bem, logo, se sempre parece cada vez mais cansado e até mesmo começa a adoecer por deixar de se cuidar, não vai conseguir zelar bem pela outra pessoa e vai deixá-la preocupada, o que pode prejudicar o tratamento. 

Então, mantenha uma rotina saudável, durma bem todas as noites e cuide de sua alimentação. Se necessário, faça acompanhamento psicológico, para ajudar a lidar com toda a situação de forma positiva. 

Faça visitas rápidas

Por mais que você queira estar completamente presente na vida de quem ama, a verdade é que o tratamento exige muito descanso e diversos outros cuidados. Fazer visitas rápidas é melhor do que passar longas horas diante do enfermo. 

Além disso, se você está com algum resfriado ou outra doença transmissível, precisa evitar completamente visitar o familiar com câncer, já que ele está com a imunidade comprometida. 

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Quais os principais sintomas do câncer no rim?

Quais os principais sintomas do câncer no rim?

Não é novidade que cada pessoa normalmente conta com dois rins: um do lado direito e um do lado esquerdo. Eles ficam localizados na estrutura abdominal, ao lado da coluna vertebral e abaixo das costelas. Os rins são recobertos por uma camada adiposa e envoltos por uma fina camada de tecido conjuntivo.

Em todo o mundo, aproximadamente 3% dos tumores malignos em adultos se originam nos rins, sendo uma ocorrência duas vezes mais comum em homens do que em mulheres. Além disso, o câncer no rim é mais frequente em pessoas a partir dos 55 anos.

A principal neoplasia que acomete os rins é do tipo carcinoma de células claras ou renais, que surgem focalmente no órgão e podem se espalhar por outras áreas corporais. Em estágios iniciais, o câncer nos rins geralmente não dá sinais, mas quando a doença avança, alguns sintomas podem aparecer. Confira os principais abaixo.

Câncer no rim: sintomas e sinais

Sangue na urina

Uma das manifestações mais comuns de neoplasia renal é a ocorrência de sangue na urina. Este sintoma acontece por causa do rompimento de vasos sanguíneos da massa tumoral. Tal sinal atinge de 40 a 50% dos pacientes diagnosticados. O sangue não aparece vivo na urina, mas se mistura a ela, dando uma tonalidade mais avermelhada.

Dor lombar

A dor lombar também pode surgir. Essa dor é persistente e, conforme o crescimento do tumor, ela pode se intensificar. A depender do estágio, é possível sentir uma forte pressão na coluna e um grande incômodo no fundo das costas

Inchaço

Como os rins estão localizados na parte mais profunda do abdômen, pode ocorrer o aumento do volume abdominal. Além disso, o mau funcionamento renal pode desencadear inchaço nas pernas.

Fraqueza

Não raro pode ocorrer as sensações de fraqueza, tontura e cansaço que não passam. Há muitos relatos de perda de força muscular em um dos lados do corpo, o que pode ter relação com dores ósseas e eventuais fraturas.

Emagrecimento

Quem tem câncer no rim pode passar por redução do apetite e consequente perda de peso sem nenhuma outra razão aparente. Como estes podem ser sintomas de outras condições de saúde, é importante investigar as causas de tais manifestações

Alteração na pressão arterial

Os rins têm, entre outros papéis, a função de regular a produção de eritrócitos e a pressão arterial. Por isso, na presença de tumores renais, é comum que haja uma brusca alteração nos valores dessa pressão, bem como, o aumento ou redução de eritrócitos no exame laboratorial de sangue.

Febre baixa

Ocasionalmente o paciente com câncer de rim pode ter febre baixa, mas como este é um sintoma inespecífico e que pode estar presente em outras enfermidades, vale a pena ficar atento à existência de outros sinais. Se a febre for persistente, procure auxílio médico imediatamente.

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É possível engravidar após um câncer ginecológico?

É possível engravidar após um câncer ginecológico?

O câncer ginecológico corresponde a qualquer tipo de tumor maligno que afeta o sistema genital feminino. As neoplasias mais prevalentes são o câncer de ovário e câncer do colo de útero. Entretanto, as formações tumorais podem atingir ainda a vagina, vulva, trompas e endométrio.

Entre os sintomas de câncer ginecológico estão a dor pélvica persistente, inchaço abdominal, dor lombar, sangramento anormal fora do período menstrual, febre, dor de estômago, alterações intestinais, alterações na vagina ou na vulva, perda de peso e fadiga. Na presença de um ou mais sinais, a mulher deve procurar auxílio médico para investigar tais manifestações para diagnosticar e tratar o problema, independente de ser câncer ou não.

Uma das grandes preocupações de mulheres que confirmam o diagnóstico de câncer ginecológico é se a vida reprodutiva permanecerá saudável. Elas se perguntam sobre a possibilidade de engravidar? Temem os efeitos do tratamento e questionam quanto tempo depois da terapia poderão tentar ter um bebê. Será que após o câncer ginecológico, a fertilidade continuará normal? É possível engravidar após o tratamento? E se acontecer, a gestação será arriscada? Leia o artigo e tire as suas próprias conclusões.

A mulher que teve câncer ginecológico pode engravidar posteriormente?

É possível, sim, que a mulher engravide nessa condição, sobretudo se o diagnóstico e tratamento for realizado em estágio inicial, o que melhora a resposta ao tratamento e previne maiores danos. Agora, se você perguntar se toda mulher que teve esse tipo de câncer conseguirá engravidar, a resposta é não. Assim como não dá para garantir que alguém que nunca tenha tido câncer ginecológico vá atingir sucesso nesse mesmo objetivo.

Como preservar a fertilidade diante de um quadro de câncer no sistema genital?

Atualmente é possível traçar estratégias para preservar a fertilidade e possibilitar gestações saudáveis, mesmo depois do tratamento de câncer  ginecológico. As abordagens não são padronizadas. Cada caso é um caso e, para os variados tipos de câncer no sistema genital há recomendações específicas e protocolos individualizados que dependerão da localização do tumor, estágio e grau da doença, idade da paciente, condições clínicas gerais, etc.

É preciso prevenir a gravidez durante a quimioterapia?

É recomendável que sim. Mulheres que engravidam durante o tratamento quimioterápico estão mais expostas ao risco de malformações congênitas. No decorrer da quimioterapia é ideal se prevenir através de métodos contraceptivos como o uso de DIU de cobre e preservativo. A pílula não é indicada, uma vez que muitos tumores são receptores de estrogênio e progesterona, hormônios contidos nos anticoncepcionais.

A gestação de uma mulher que teve câncer ginecológico é segura?

Quando a mulher tem o desejo de engravidar pós-tratamento de câncer, essa questão deve ser discutida com o oncologista e também com o ginecologista/obstetra. Caso parte do útero afetado precise ser retirada, por exemplo, há como aumentar a segurança da gestação através de medidas como o uso de progesterona para estabilizar o órgão e evitar a prematuridade do parto.

Qual a importância do diagnóstico precoce na preservação da fertilidade?

Quando diagnosticado precocemente, o câncer pode ser tratado de maneira imediata e com melhores resultados. Em estágio inicial, as chances de cura são maiores. Em estágio avançado pode haver a necessidade de radioterapia, o que pode destruir o ovário e, consequentemente, impedir a mulher de produzir óvulos saudáveis.

Quer saber mais sobre câncer ginecológico? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!

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