Dr. Rafael Onuki Sato

O que muda após a Colectomia

O que muda após a Colectomia

A colectomia é um procedimento cirúrgico para a remoção total ou parcial do cólon, porção central do intestino grosso. É parcial quando apenas uma parte do intestino grosso é retirada e total quando o órgão inteiro é removido.

Trata-se de uma cirurgia de médio a grande porte, que  pode ser realizada através da técnica convencional aberta ou por via laparoscópica. A segunda alternativa é minimamente invasiva, feita por meio de pequenas incisões e, portanto, gera menor trauma, menores riscos de complicação, além de recuperação mais rápida.

A colectomia é indicada para diversas condições de saúde. Inclui, por exemplo, obstrução intestinal, agravamento da Doença de Crohn, complicação da diverticulite aguda, hemorragia do cólon sem respostas positivas no tratamento conservador, retocolite ulcerativa e tumores do intestino grosso.

A fim de conhecer os resultados desse procedimento, leia o texto e descubra o que muda após a colectomia.

Pós-operatório imediato da colectomia

Depois da operação, o indivíduo permanece na sala de recuperação por alguns horas, sempre acompanhado pela equipe de enfermagem e supervisionado por médicos.

Após acordar, deverá ser encaminhado ao quarto, onde recuperará gradualmente, e com o auxílio de outras pessoas, sua capacidade de levantar e caminhar.

É comum que, nesse momento, a pessoa operada sinta náusea, tontura, taquicardia, sudorese, mal-estar e hipotensão postural. Contudo, espera-se que esses desconfortos cessem depois de se levantar algumas vezes.

Alta hospitalar

A alta hospitalar deve acontecer em, no máximo, 7 dias, se tudo correr bem, mas normalmente, o indivíduo volta para casa antes.

Ele receberá todas as instruções acerca da medicação, higienização e troca dos curativos, bem como outros cuidados a serem tomados. É importante procurar ajuda médica ao notar qualquer anormalidade ou complicação.

Alterações na alimentação

Após a colectomia, durante um tempo, o indivíduo deverá adotar dieta líquida, que progredirá para pastosa e branda até se normalizar. De 7 a 15 dias é possível retomar os hábitos alimentares normais, priorizando-se alimentos saudáveis e refeições leves.

Retorno às atividades

O indivíduo pode e deve se locomover, a fim de evitar inchaço, gases e trombose. Caminhar está liberado já no primeiro dia de operação. No entanto, o ideal é evitar esforço excessivo como correr, carregar peso e fazer ginástica por, no mínimo, 60 dias.

Cada pessoa responde de maneira diferente, mas o que vai determinar a volta ao trabalho é a própria sensação de bem-estar. Deve-se voltar às atividades laborais quando estiver se sentindo bem. Isso normalmente acontece em até 30 dias, de acordo com a evolução pós-operatória.

Possíveis efeitos colaterais

Como todo procedimento cirúrgico, há risco de complicações e efeitos colaterais permanentes ou transitórios. Entre eles, há risco de sangramento, formação de coágulos, infecções, danos a órgãos adjacentes, etc.

Na colectomia parcial, os impactos negativos costumam ser menores e a vida volta completamente ao normal. A colectomia total, por sua vez, pode requerer mudança nos hábitos intestinais, com aumento da frequência de idas ao banheiro, além de alteração de fezes sólidas ou pastosas para líquidas. Aos poucos o corpo se adapta, mas dificilmente volta à normalidade.

Mudanças expressivas também ocorrem quando o indivíduo precisa fazer colostomia, seja ela temporária ou definitiva. A colostomia consiste na exteriorização do intestino na parede abdominal. Dessa forma, uma bolsa coletora é acoplada para receber as fezes.

Quer saber mais sobre colectomia? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!





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Quando o tratamento cirúrgico do câncer não é indicado?

Quando o tratamento cirúrgico do câncer não é indicado?

A cirurgia oncológica é um dos principais recursos terapêuticos na luta contra o câncer. Ela é realizada para prevenir, diagnosticar, estadiar e tratar tumores malignos. Em muitos casos, seus fins são paliativos e têm como objetivo a amenização dos sintomas e complicações da doença. Por vezes, o tratamento cirúrgico do câncer é usado para mais de uma dessas finalidades e podem ser necessárias várias cirurgias no decorrer do tempo.

Embora seja uma das formas mais efetivas de tratar o câncer, a cirurgia não é recomendada em todos os casos. Como em qualquer outro procedimento cirúrgico, há contraindicações em determinadas situações e nem todo paciente pode se submeter à operação.

Leia o artigo completo e descubra quando o tratamento cirúrgico do câncer não é indicado.

Quando o tratamento cirúrgico do câncer não é indicado?

Quando os riscos são maiores que os possíveis benefícios

Toda cirurgia deve ser precedida de avaliação de risco-benefício. De fato, a cirurgia oncológica, como toda operação, acompanha riscos como, por exemplo, hemorragia, formação de coágulos sanguíneos, reações medicamentosas, danos aos tecidos próximos, infecções e comprometimento de outros órgãos.

Dessa forma, o que precisa ser avaliado é se os benefícios são maiores que os riscos de complicações. Há chances reais de cura ou melhora na qualidade de vida? Os resultados da cirurgia costumam ser positivos? Pelo perfil clínico, o inivíduo suportaria bem o procedimento? Se as respostas forem negativas, não há indicação cirúrgica.

Quando os exames prévios indicam outros problemas de saúde

A realização dos exames pré-cirúrgicos é importante para confirmar se o indivíduo é apto ou não a passar pela cirurgia. Se os resultados revelarem problemas sérios de saúde além do câncer, isso costuma ser um fator impeditivo, pelo menos até que a condição clínica esteja controlada.

A incidência de cardiopatias, alterações respiratórias, trombofilia, bem como outros quadros, pode impossibilitar o paciente oncológico de ser operado.

Quando o tumor está muito avançado

Em caso de tumores muito avançados, que já se espalharam para outros órgãos e que são considerados incuráveis, nem sempre há indicação cirúrgica.

A operação costuma ser mais bem-sucedida quando o câncer não se disseminou para outras áreas, pois as chances de sobrevida ou cura são maiores.

Quando o tumor está localizado em uma área de difícil acesso

 Quando a formação tumoral está situada em uma área de difícil acesso ou em um local muito delicado, isso aumenta – e muito – a complexidade cirúrgica.

Algumas regiões do cérebro, por exemplo, são inoperáveis, especialmente se o tumor for muito grande.  Nesse caso, a manipulação cirúrgica pode comprometer estruturas adjacentes, além de gerar sequelas graves.

Quando o cirurgião não é especializado

Há excelentes cirurgiões gerais, mas eles não são indicados para a realização de cirurgias oncológicas. O ideal é buscar um especialista, uma vez que a cirurgia de câncer é muito delicada e minuciosa. Ela precisa ser feita com cautela, para que o tumor não se espalhe para outras regiões nem provoque maiores danos.

Quer saber mais sobre cirurgia oncológica? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!





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Como são medidas as chances de sucesso de cirurgias oncológicas?

Como são medidas as chances de sucesso de cirurgias oncológicas?

A cirurgia oncológica é um dos principais tratamentos do câncer. Ela consiste na remoção do tumor por meio de operação no corpo do indivíduo. A área é determinada não apenas pela localização primária da neoplasia, mas também, por fatores como tipo, tamanho e agressividade do tumor.

Essa categoria de cirurgias tem o objetivo de reduzir ou remover totalmente o tumor, além de colher tecidos adjacentes para análise. Em muitos casos, tumores em estágio inicial podem ser controlados ou curados através do procedimento cirúrgico, especialmente se for associado a outras modalidades terapêuticas.

A cirurgia oncológica é a abordagem terapêutica mais antiga para tratar o câncer. Apesar de ser um recurso tradicional da medicina, as técnicas têm se modernizado a cada dia. Dessa forma, com o avanço tecnológico, esse tipo de operação tem trazido ótimos resultados em termos de sobrevida, cura e qualidade de vida.

Obviamente, o câncer é uma condição muito séria de saúde e, nem sempre, a solução mais adequada é a cirurgia oncológica. Entretanto, é possível estimar as chances de sucesso por meio de métricas e técnicas variadas.

Definição realista de objetivos

Uma cirurgia oncológica nem sempre é realizada com a finalidade de curar o indivíduo. O procedimento pode ser feito com caráter curativo ou paliativo, por isso, as expectativas da pessoa acometida devem estar perfeitamente alinhadas com os objetivos da operação.

Se a intenção, por exemplo, for diminuir a quantidade de células tumorais ou reduzir os sintomas para melhorar a qualidade de vida da pessoa com câncer, o fato de a doença não ser eliminada por completo não representa um fracasso. Se os objetivos estabelecidos inicialmente forem atingidos, a cirurgia terá alcançado êxito.

Conhecimento de casos similares

Um quadro de câncer nunca é analisado isoladamente. Embora cada indivíduo seja único e tenha suas especificidades, é importantíssimo levar em consideração outros casos similares e quais foram as respostas ao tratamento cirúrgico.

Nessa avaliação é necessário considerar o tipo de tumor, estadiamento da doença, sexo e idade do indivíduo, condições gerais de saúde, bem como tratamentos prévios. Tal conhecimento permite que o profissional possa mensurar, ainda que não com exatidão, as chances de sucesso da cirurgia.

Além de buscar na própria experiência, o cirurgião oncológico deve ser um estudioso constante. Deve buscar informações relevantes na literatura médica sempre que for preciso, principalmente no que diz respeito a dados epidemiológicos, incluindo taxa de mortalidade, taxa de recidiva, taxa de cura e taxa de sobrevida.

Avaliação do risco-benefício

Antes de realizar uma cirurgia oncológica, é recomendável que seja feita a avaliação do risco-benefício daquele procedimento. Algumas perguntas devem ser feitas:

  • A cirurgia é a melhor opção de tratamento para esse tumor?
  • O indivíduo suportaria a intervenção cirúrgica?
  • A saúde e qualidade de vida do indivíduo tende a melhorar depois da cirurgia?
  • A operação oferece chances reais de cura?
  • Quais são os benefícios imediatos da operação?
  • Quais são os riscos da cirurgia?

Essa avaliação depende também de uma análise detalhada dos exames pré-cirúrgicos. Eles servem para confirmar se o indivíduo, de fato, pode se submeter à cirurgia oncológica.

Enfim, como em qualquer tipo de operação, os riscos também existem nas cirurgias oncológicas. Entretanto, a escolha de um bom cirurgião e a realização da operação em um ambiente devidamente preparado aumenta – e muito – as chances de sucesso do procedimento.

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A importância do exame de biópsia no diagnóstico do câncer

A importância do exame de biópsia no diagnóstico do câncer



A palavra biópsia vem da junção do termo grego bios, que significa vida, com o termo opsis, que quer dizer aparência ou visão. Dessa forma, em livre tradução, biópsia seria a visão da vida.

A biópsia é um procedimento cirúrgico através do qual se retira uma amostra de tecido suspeito para análise aprofundada do material em laboratório. Essa análise é tecnicamente chamada de exame anatomopatológico e cumpre um papel essencial no diagnóstico do câncer.

Há diferentes tipos de biópsias, que são distinguidas pela agulha utilizada. Existe a biópsia por agulha fina, biópsia por agulha espessa e biópsia dos linfonodos, caso eles estejam comprometidos. Geralmente, a escolha é feita pelo médico, baseando-se em características como, por exemplo, o tipo e tamanho da lesão, a localização do tumor, histórico do indivíduo, etc.

Praticamente todos os componentes e órgãos corporais podem passar por biópsia, incluindo-se os músculos, a pele, os ossos, secreções, bem como outros integrantes do organismo.

A fim de entender qual é a importância da biópsia para diagnosticar o câncer, confira a seguir.

A biópsia confirma ou descarta a malignidade

O resultado de exames de imagem, como a mamografia e ultrassonografia podem revelar alterações suspeitas, passíveis de investigação. Entretanto, não confirmam a existência ou ausência do câncer. É a biópsia que cumpre essa função, sendo, então, de grande importância no processo diagnóstico.

O exame anatomopatológico determina o tamanho do tumor

Por meio da biópsia, é possível estimar o tamanho do tumor, o que serve como indicativo do estágio da doença. Métodos de imagem, exame clínico e laudo anatomopatológico devem ser avaliados em conjunto para determinar as dimensões com maior precisão e, assim, confirmar a existência de patologia tumoral.

A biópsia possibilita o conhecimento das origens do tumor

Por meio da biópsia, é possível saber qual é o tipo de câncer, onde o tumor se originou, de que forma ele se desenvolveu e se houve ou não metástase. Ela revela se há alterações na forma e tamanho das células, sendo útil não só no diagnóstico de câncer, como também na verificação de outros problemas de saúde, como doenças inflamatórias e infecciosas.

A partir da biópsia, há como saber se o tumor é primário, se as manifestações cancerígenas são reincidentes de uma primeira lesão ou se são um novo câncer.

Os resultados do exame  orientam o tratamento oncológico

A biópsia é um recurso diagnóstico que orienta o tratamento oncológico. A partir de informações como, por exemplo, o grau de estadiamento, o médico pode determinar a conduta terapêutica mais adequada para melhorar a qualidade de vida, amenizar os sintomas e aumentar as chances de cura.

Embora extremamente importante, a biópsia sozinha não é suficiente para fechar o diagnóstico de câncer e fornecer o prognóstico da neoplasia. Exames de imagem, testes de sangue, avaliação clínica e mesmo realização de novas biópsias devem ser considerados durante a investigação de tumores suspeitos.

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Tratamento cirúrgico do câncer de colo do útero

Tratamento cirúrgico do câncer de colo do útero



O câncer de colo do útero, também conhecido como câncer cervical, é um tipo de tumor provocado pela infecção por determinados tipos oncogênicos de HPV – Papilomavírus Humano.

Embora frequente, a infecção genital por esse vírus não causa nenhum tipo de doença grave na maioria dos casos. Entretanto, quando há alterações celulares anormais, o quadro pode evoluir para câncer.

Essas alterações podem ser detectadas no exame ginecológico preventivo e são tratáveis e potencialmente curáveis em boa parte dos casos, quando há diagnóstico precoce. Por isso a importância da realização periódica do exame de prevenção.

Uma das principais alternativas para tratar o câncer de colo de útero é a cirurgia. E, ao contrário do que muitos imaginam, não existe somente um tipo de tratamento cirúrgico para essa condição. Veja a seguir quais são as operações disponíveis para tratar tumores no colo uterino, conforme cada indicação.

Cirurgia a Laser

Nesse procedimento, um feixe de laser é usado, a fim de remover amostras teciduais para análise ou queimar as células anormais. Tal cirurgia é geralmente eleita para tratar lesões pré-cancerosas e não os tumores invasivos.

Criocirurgia

Na criocirurgia uma sonda metálica resfriada com nitrogênio líquido é colocada diretamente no colo uterino com a finalidade de congelar as células anormais e destruí-las. Essa técnica é recomendada para tratar cânceres invasivos.

Conização

A conização é uma técnica que consiste na remoção de uma amostra de tecido do colo do útero. Tal amostra tem o formato de cone e é removida com o auxílio de um fio aquecido ou com o bisturi. O intuito é colher material para realizar biópsia e, então, determinar o tratamento a partir do estadiamento.

Traquelectomia

A traquelectomia é uma alternativa para mulheres em idade reprodutiva, que ainda desejam ter filhos. Nesse procedimento, o colo do útero é removido, mas o corpo do útero é mantido.

O médico insere uma bolsa alinhavada que atua como uma abertura artificial do colo do útero dentro da cavidade uterina. Isso viabiliza uma gestação normal, embora seja necessária a realização de cesariana.

Histerectomia Simples

Nessa operação ocorre a remoção do útero (corpo e colo uterino), visando preservar as estruturas adjacentes, como linfonodos pélvicos, vagina, ovários e trompas de falópio. A cirurgia pode ser feita através de incisão cirúrgica na parte frontal do abdômen ou através da vagina. A técnica pode ser laparoscópica, robótica ou aberta, realizada sob anestesia local ou geral.

Histerectomia Radical

Na histerectomia radical o cirurgião não retira somente o útero, mas também, tecidos próximos ao órgão, a parte superior da vagina e, se houver razão clínica justificável, ovários e trompas também podem ser retirados. A  cirurgia pode resultar em infertilidade e problemas urinários ou intestinais, em alguns casos.

Exenteração Pélvica

Cirurgia mais extensa e complexa, a exenteração pélvica é indicada para tratar a recidiva de câncer no colo do útero. Nessa técnica são removidos os mesmos tecidos e órgãos da histerectomia radical e os linfonodos pélvicos passam por dissecção. Se o câncer tiver se disseminado para o reto, vagina, bexiga ou cólon, provavelmente será preciso remover esses órgãos também.

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Cirurgia de câncer de ovário: como se preparar

Cirurgia de câncer de ovário: como se preparar



O câncer de ovário é o segundo tipo de câncer ginecológico mais comum, ficando atrás somente do câncer de colo do útero.

Cerca de 95% das neoplasias ovarianas são derivadas das células epiteliais, isto é, das células que revestem o órgão. Os demais 5% derivam das células germinativas que formam os óvulos e das células estromais, responsáveis por produzir grande parte dos hormônios femininos.

A ocorrência desse tipo de câncer pode ter relação com múltiplos fatores como, por exemplo, aspectos reprodutivos e hormonais, a exemplo da infertilidade, menarca precoce, menopausa tardia, etc. O histórico familiar, fatores genéticos e obesidade também aumentam a propensão ao desenvolvimento de tumores malignos no ovário.

Em fase inicial, o câncer de ovário não provoca sintomas específicos, mas à medida que ele avança, pode gerar pressão, inchaço ou dor no abdômen, costas, pelve e pernas, além de náuseas, gases, indigestão, diarreia, prisão de ventre e fadiga. É importante ficar atento a qualquer sinal de anormalidade, pois a detecção precoce é fundamental no sucesso do tratamento.

A abordagem terapêutica para tratamento deve ser definida de acordo com o tipo de tumor, estadiamento do câncer, idade e condições clínicas da pessoa acometida. A cirurgia se configura como um dos principais pilares do tratamento de tumores ovarianos. Uma vez que se trata de um procedimento invasivo, é fundamental que a mulher se prepare para passar por esse processo. Confira a seguir como deve ser o pré-operatório.

Entenda a importância da cirurgia

A cirurgia de câncer de ovário é o recurso principal para tratar a maioria dos tumores ovarianos. Ela tem duas funções essenciais: reduzir o volume do tumor ou extirpá-lo por completo, além de possibilitar o estadiamento da doença, para definir o seu  grau. Durante a operação são retiradas amostras de líquido e tecido que, posteriormente, serão enviados para a biópsia.

Prepare-se psicologicamente

A técnica utilizada, extensão e complexidade da cirurgia  variam de quadro para quadro. Em alguns casos, não é necessário remover ambos os ovários e o cirurgião pode preservar o útero, assim como a capacidade reprodutiva.

Em outros casos, para tratar a doença, além de retirar esses órgãos, o médico tem que retirar as trompas e até mesmo mexer na bexiga, pâncreas, vesícula, baço e/ou estômago.

A mulher precisa estar preparada mentalmente para passar por esse processo, pois o psicológico fortalecido é fundamental em sua recuperação. É essencial cogitar, inclusive, a possibilidade de não engravidar ou entrar na menopausa precocemente como efeito colateral do tratamento.

Adote os cuidados pré-operatórios

Antes de se submeter à operação, entretanto, é necessário realizar os exames pré-cirúrgicos, incluindo avaliação cardíaca e sanguínea, esclarecer todas as dúvidas com o cirurgião, informar sobre o uso de medicações e existência de outras doenças prévias, respeitar o período de jejum e outras orientações do médico que acompanha o caso.

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Câncer de pele: 9 mitos

Câncer de pele: 9 mitos



Você sabia que o câncer de pele é, atualmente, o tipo de tumor maligno mais frequente no Brasil e no mundo? De acordo com dados recentes, divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), ele corresponde a 30% das neoplasias diagnosticadas no país.

Há diferentes tipos de câncer de pele. O melanoma é o mais raro e mais grave, pois tem maior potencial de metástase. Ele pode aparecer em qualquer parte do corpo, em forma de pinta, mancha ou sinal. Existe também o não-melanoma, mais comum e menos agressivo. Ele se apresenta como ferida ou nódulo, podendo ser classificado como carcinoma basocelular ou carcinoma epidermoide.

Apesar da alta incidência de câncer de pele no mundo, ele ainda é cercado de mitos. Assim, a falta de conhecimento sobre o assunto faz com que inverdades e informações não fundamentadas sejam propagadas.

A fim de desmitificar algumas questões, este texto aborda os principais mitos acerca desse tipo de câncer. Confira a seguir.

Câncer de pele não mata

Mito. O câncer de pele é perigoso e pode levar a óbito. O melanoma avançado, por exemplo, é responsável por mais de 1.500 mortes, todos os anos, no Brasil. A boa notícia é que, se detectado e tratado precocemente, as chances de cura são superiores a 90%.

O câncer de pele não atinge pessoas negras

Embora realmente seja mais incidente em pessoas de pele clara, pardos e negros também podem ser acometidos pelo câncer de pele, principalmente em decorrência da exposição solar excessiva. Em quem tem pele escura, normalmente as pintas e manchas aparecem em áreas claras como a planta dos pés e a palma das mãos.

O câncer de pele não acomete pessoas jovens

Outro mito que precisa ser esclarecido. De fato, o câncer de pele é mais comum em pessoas a partir dos 40 anos de idade, raro em jovens e mais raro ainda em crianças.

Entretanto, quem é mais novo pode desenvolver esse tipo de neoplasia, especialmente se tiver algum fator de risco, como pele muito clara, vitiligo, histórico de tratamento com imunossupressores, histórico familiar de câncer ou doenças cutâneas prévias.

Tomar sol não causa câncer de pele

Isoladamente o sol não é inimigo da pele. A exposição solar, inclusive, pode trazer muitos benefícios à saúde. Entretanto, tomar sol por períodos prolongados, sem proteção, em horários impróprios pode causar danos como envelhecimento precoce, lesões oculares e câncer de pele.

Pintas pequenas são inofensivas

Toda e qualquer pinta deve ser observada com atenção. Nem toda pinta é inofensiva. Pode ser um sinal de câncer de pele, principalmente se mudar de tamanho, formato ou cor. Fique atento, também, a manchas que coçam e feridas que não cicatrizam.

Câncer de pele não deixa sequelas

Mais um mito. Até mesmo os tumores menos agressivos podem deixar sequelas como mutilações, por exemplo. Geralmente os tumores se desenvolvem em áreas mais expostas ao sol, como pescoço, rosto e orelha. Se a condição não for adequadamente tratada, as estruturas dessa região podem ser comprometidas.

Toda pinta grande e escura é câncer de pele

O tamanho e cor da pinta nem sempre indicam câncer. Qualquer alteração deve ser, no entanto, avaliada cuidadosamente pelo dermatologista. Somente após o diagnóstico dermatológico o indivíduo deve ser encaminhado ou não para o oncologista.

Melanoma não tem cura

Mito dos grandes. O melanoma, apesar de grave, tem cura. Especialmente se for descoberto nos estágios iniciais, quando ainda não houve metástase.

Depilação a laser é um fator de risco

Esse também é um mito. A fonte de luz utilizada na depilação a laser não aumenta o risco de câncer de pele. Nenhuma evidência científica aponta para isso. No entanto, o uso de câmaras de bronzeamento, outro procedimento estético cada vez mais popular, pode aumentar a propensão ao câncer.

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Como é o pós-operatório da cirurgia de câncer de cólon

Como é o pós-operatório da cirurgia de câncer de cólon



O cólon é a maior porção do intestino grosso. É, também, a região na qual ocorre a maioria dos quadros de câncer intestinal. A ocorrência dessa forma de câncer pode estar associada a fatores genéticos, dietéticos e ambientais. Além disso, os tumores no intestino são mais incidentes em pessoas a partir dos 50 anos de idade.

É importante destacar que 90% dos tumores no cólon começam a partir dos pólipos. São lesões benignas que se desenvolvem no revestimento interno do intestino grosso. Uma das maneiras mais eficientes de prevenir esse tipo de câncer é, portanto, detectar e remover precocemente os pólipos. Outras medidas preventivas consistem na adoção de alimentação balanceada, manutenção do peso saudável, abstenção de tabagismo e alcoolismo, bem como prática regular de exercícios.

O câncer de cólon é atualmente uma das neoplasias mais incidentes no mundo. Todos os anos são diagnosticados mais de 35 mil novos casos no país. A  boa notícia é que os tumores no intestino são tratáveis e curáveis, em boa parte dos casos, entretanto se diagnosticados precocemente.

A cirurgia de câncer de cólon é uma das alternativas mais efetivas no tratamento dessa condição, mas como qualquer outro procedimento cirúrgico, requer cuidados especiais no pós-operatório.

Quer saber as condições de vida do indivíduo depois da operação? Leia, então, o artigo completo.

Como é a cirurgia de câncer de cólon?

O foco deste artigo é o pós-operatório, mas, antes de aprofundar as informações sobre o que ocorre depois da cirurgia, é importante saber como ela acontece.

No caso de tumores pequenos, descobertos em estágio inicial, o médico pode remover a formação tumoral durante a colonoscopia. Os pólipos e tumores maiores que não podem ser retirados com o procedimento mais simples, podem ser removidos por meio de cirurgia laparoscópica. Na ocasião, o cirurgião costuma colher amostras de gânglios linfáticos a fim de investigar se o câncer se espalhou.

Quando o câncer de cólon aumenta para além das paredes do cólon, recomenda-se a colectomia  para remover a porção afetada pelo tumor, junto com uma margem de tecido sadio dos dois lados, por medida de segurança. A operação geralmente é bem-sucedida, mas, como em toda cirurgia, há riscos. Entre eles, por exemplo, obstrução do cólon, recidiva da doença depois do tratamento, hérnia intestinal, infecção, hemorragia e necrose. A escolha de um bom cirurgião aumenta a segurança no procedimento, bem como amplia as chances de bons resultados.

Como é o pós-cirúrgico?

Depois da colectomia, o indivíduo permanece na sala de recuperação por algumas horas, sendo monitorado por enfermeiros e médicos. Após ser liberado para o quarto, aos poucos será estimulado a caminhar, devendo ser auxiliado para levantar e se movimentar.

É natural que apareçam alguns sintomas de mal estar, como tontura, náusea, sudorese e vômito. Entretanto, espera-se que esses desconfortos passem em pouco tempo. Ainda no hospital, é iniciada a dieta líquida, que continuará por aproximadamente 7 dias. Depois da cirurgia, os hábitos intestinais podem mudar e a diarreia, por exemplo, pode acontecer nas primeiras semanas.

Quais cuidados adotar depois da cirurgia?

Em determinados casos, os indivíduos precisam ter o cólon exteriorizado através de colostomia, um procedimento que requer colocação permanente ou provisória de bolsa especial para auxiliar na evacuação. Essa bolsa deve ser higienizada todos os dias e esvaziada sempre que tiver atingido 1/3 da capacidade. Além disso, deve ser trocada uma ou duas vezes por semana.

O retorno às atividades físicas deve ser liberado pelo médico. É feito gradualmente, começando com exercícios leves, que não demandem esforço excessivo.

É necessário ficar atento a possíveis reações, como irritação da pele ou febre. Ambientes com temperatura elevada devem ser evitados e, ao longo da recuperação, é fundamental adotar algumas medidas dietéticas, como, por exemplo, beber bastante água, evitar alimentos industrializados, frituras e excesso de sal. As refeições devem ser feitas em pequenas porções, sem grandes intervalos. Também é recomendável mastigar devagar e evitar líquidos durante a refeição.

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Como é o pós-operatório da cirurgia de câncer de ovário

Como é o pós-operatório da cirurgia de câncer de ovário

Depois de qualquer intervenção cirúrgica, alguns procedimentos são fundamentais, pois eles garantem a reabilitação total do paciente. E, no que tange ao pós-operatório da cirurgia de câncer de ovário, isso não é diferente. Vale lembrar que esse tipo de operação, a depender da gravidade, pode ocorrer antes ou depois da manifestação da doença.

A atriz hollywoodiana Angelina Jolie, por exemplo, realizou a chamada ooforectomia profilática, que é o procedimento preventivo de remoção dos ovários, em 2015. Na época, o caso foi muito noticiado e comentado por diversos especialistas, pois alguns julgaram o procedimento agressivo demais.

Além disso, houve também a discussão sobre a eficácia da metodologia, que não garantia 100% de imunidade, mas apenas reduzia a probabilidade de manifestação da patologia.

Benefício da cirurgia de câncer de ovário

De todo modo, ressalto que esse método ajuda a salvar vidas, uma que ele consegue reduzir em até 96% o risco de surgimento do tumor. Então, se você está se preparando ou conhece alguém que vai passar pela cirurgia de câncer de ovário, neste artigo, apresento alguns cuidados imprescindíveis de pós-operatório, vamos lá?

Efeitos colaterais

A fim de evitar o câncer de ovário, a atriz Angelina Jolie se submeteu a um tratamento de prevenção, certo? Se por um lado ela conseguiu diminuir a probabilidade de desenvolvimento do tumor, por outro ela, possivelmente, foi obrigada a conviver com algumas consequências depois da operação.

A menopausa forçada, por exemplo, é fruto desse tratamento. Com isso, a mulher acaba passando por desequilíbrios hormonais, cujas reações podem resultar numa concentração maior de gordura no abdômen.

Outros fatos são a redução da libido e a secura vaginal. Logo, é fundamental que a paciente receba auxílio médico para saber se será ou não necessária a reposição hormonal. Além disso, existe também a possibilidade de a paciente desenvolver problemas cardíacos e osteoporose.

Relações sexuais

Muita gente tem dúvidas sobre a retomada do sexo depois da cirurgia de câncer de ovário. Primeiramente, é importante que a paciente cumpra um repouso rigoroso, estabelecido pelo médico. Afinal de contas, a prática sexual é uma atividade vigorosa, portanto, o condicionamento a ela deve ser avaliado com a atenção.

Esforços físicos

As atividades normais, como trabalhar e dirigir, levam cerca de 6 semanas para serem retomadas. No entanto, se o trabalho exigir movimentos rápidos e bruscos, a paciente pode ter o prazo de repouso estendido para 3 meses.

Transtornos psicológicos

Infelizmente, algumas mulheres enfrentam problemas emocionais após a intervenção cirúrgica, porque a retirada de 1 ou 2 ovários, como se pode perceber, altera significativamente o corpo delas. Nesse caso, vale o acompanhamento psicológico.

Dietas e exercícios

O pós-operatório exige alimentação regrada, porque o corpo da mulher passa por transformações hormonais que podem resultar em ganho de peso. Então, buscar a ajuda de um especialista é imprescindível para administrar a ingestão de medicamentos e a alimentação.

Além disso, caso o médico libere, também é importante combinar essas práticas com atividades físicas, porque, no final das contas, isso auxilia o emocional.

O pós-operatório da cirurgia de câncer de ovário, assim como outras operações, implica cuidados especiais. Pois, após o trauma sofrido durante o procedimento, a paciente precisa recuperar a saúde. Dessa forma, ao menor sinal de infecções, dores fortes, corrimento vaginal, inchaço, dores do peito, ela deve entrar em contato com o médico.

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Cirurgia de câncer de ovário: como é o procedimento?

Cirurgia de câncer de ovário: como é o procedimento?

A cirurgia de câncer de ovário, a depender da evolução da neoplasia, é imprescindível no tratamento da doença, porque também ajuda a reduzir o volume do tumor, principalmente nos episódios de retorno da neoplasia.

Nesse sentido, o procedimento cirúrgico é realizado de acordo com o quadro de cada paciente, uma vez que, no estágio inicial em alguns casos, é possível tratar sem remover o útero e os ovários.

Então, por que a Angelina Jolie retirou as trompas de falópio e os ovários, antes mesmo de desenvolver a doença?

Ao The New York Times, a estrela de Hollywood disse ter sido uma medida preventiva, já que possui uma mutação no gene BRCA1, que, consequentemente, aumenta o risco de surgimento da enfermidade.

Com o propósito de esclarecer alguns pontos fundamentais a esse respeito, preparei este artigo sobre a cirurgia de câncer de ovário, vamos lá?

Como saber se você faz parte do grupo de risco?

Posso dizer que esse é um dos tipos de câncer difíceis de ser diagnosticados e, por conseguinte, um dos mais letais, visto que os sintomas normalmente aparecem nos estágios finais.

Apesar disso, a consulta regular com o ginecologista e a atenção a determinadas características ajudam a se detectar o problema antes de ele se manifestar. Então, só para exemplificar, você também precisa observar outros indícios:

  • idade: maior incidência em mulheres após 40 anos, sobretudo depois da menopausa;
  • obesidade: índice de massa corporal superior a 30;
  • genética: mutações nos genes BRCA1 e BRCA2;
  • fatores reprodutivos e hormonais: mulheres que não tiveram filhos, infertilidade e menopausa tardia;
  • histórico familiar: cânceres no colorretal, no ovário e na mama.

A remoção prévia dos ovários evita o câncer?

Anteriormente, apresentei o exemplo da Angelina Jolie e, com base nos esclarecimentos dela, mostrei o porquê de ela ter optado pela cirurgia de remoção dos ovários e das trompas de falópio.

Assim como a atriz de Hollywood, outras mulheres também lançam mão do mesmo recurso, pois, em função do risco e da gravidade, essa alternativa acaba sendo a mais apropriada.

Apesar disso, devo dizer que a medida profilática, denominada de ooforectomia, não oferece 100% de garantia.

Em outras palavras, ela não nos dá a certeza de que o paciente está imune à manifestação da doença posteriormente. Afinal, a evolução do tumor, inegavelmente, está condicionada a outros fatores, como a genética, por exemplo.

Quais são os tipos de cirurgia e os procedimentos?

Antes de mais nada, devo dizer que o cirurgião pode, por exemplo, optar pelo estadiamento (ocorre na fase inicial, quando não houve tratamento ainda), pela redução do volume ou pela remoção do tumor, dada a gravidade da situação. Assim sendo, conheça alguns procedimentos.

Retirada de um dos ovários

Na fase inicial, são removidos a trompa de falópio e o ovário afetado. Contudo, depois disso, a mulher ainda pode ter filhos.

Remoção geral dos ovários

A técnica é recomendada quando os 2 ovários são atingidos. No caso, a trompa de falópio também é retirada, mas o útero é mantido, permitindo à mulher engravidar por meio de inseminação artificial.

Extração do útero e dos ovários

Nesse tipo de operação, são removidos o útero, os ovários e os gânglios linfáticos. Logo, a capacidade de reprodução fica comprometida, impossibilitando a gravidez.

Supressão de órgãos comprometidos

No estágio avançado, quando a doença já se espalhou pelo corpo, o cirurgião remove os órgãos atingidos ou parte deles (baço, fígado, intestino).

Quando a cirurgia de câncer de ovário é necessária?

Certamente, a gravidade do tumor determinará se a cirurgia de câncer de ovário é ou não necessária, e, de certo modo, o cirurgião apresentará a melhor alternativa ao paciente. Portanto, o diagnóstico é o 1º passo a ser dado, uma vez que ele ajudará na descoberta do estágio da neoplasia.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder os seus comentários sobre esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como oncologista em Londrina!

Posted by Dr. Rafael Onuki Sato in Todos